Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007

Afinal vai haver outro!

 

 

Obrigado.

 

Obrigado João Botelho.

 

Pelo que li o filme Corrupção, o verdadeiro filme, vai ser editado e sair finalmente para o mercado.

 

É bonito.

 

É a verdade. A honestidade intelectual.

 

Na versão que anda para aí a correr, que me recuso a ver, a verdadeira arte foi retirada pelo produtor.

 

O realizador saiu zangado, a sua mulher/argumentista também e alguns actores não compareceram à "holiodesca " apresentação.

 

O filme foi adulterado.

 

Agora tudo vai ser diferente.

 

É uma vitória da arte contra o pragmatismo comercial.

 

Num dos primeiros post's que escrevi para o Bússola falei do assunto e achei rigorosamente o que está a acontecer.

 

Se há duas versões do livro, porque não haver duas do filme?

Ao que se sabe, e ainda ninguém disse o contrário, o livro teve duas versões e

a argumentista do filme deu uma "ajuda" importante na coisa.

 Entretanto continuo ansioso pela edição do verdadeiro livro.

 

Aquele que não teve retoques e acrescentos.

 

Pelo sim e pelo não nem li o livro, nem vi o filme.

 

Ao que parece nem um nem outro são os verdadeiros.

 

Enquanto isso vou lendo livros escritos por escritores e vendo filme realizados por realizadores.

 

 

Publicado por Fernando Rocha às 15:57
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28 comentários:
De arroiadas a 16 de Novembro de 2007 às 17:31
mouros do caralho sempre a tentar foder o norte


De Rui Valente a 16 de Novembro de 2007 às 17:36
Caro Fernando Rocha,

A dra.Maria José Morgado anda muito distraída àcerca do habitat natural dos corruptos e dos oportunistas.

Como se constata, gravitam mais a Sul, bem mais perto da casa dela...e vigarizam nas barbas de todo o país. Impunemente e em nome da "cultura"...

São, os chamados vigaristas transparentes.

Este Botelho ainda consegue ser mais desprezível que a própria mulher. Mulher? Será?

Dinheiro para si e para os seus


De Sulista e Lisboeta a 17 de Novembro de 2007 às 10:51
Óbvimente que o senhor não tem nível nem categoria para tentar sequer beliscar a Leonor Pinhão.

A Leonor Pinhão não presta vassalagem à gentalha desprezível a norte do douro, nem tem medo.

Vou-lhe de alguns de gentalha essa sim desprezível:

Porco d Costa - o sabujo mais desprezível deste país
Miguel Sousa Tavares
Joaquim OLiveira
Ludgero Marques
Manuel Serrão
Sócios do Futebol Clube dos Porcos

Há muitos mais por aí. Estes são só alguns.



De ze da povoa a 17 de Novembro de 2007 às 14:04
Oh.pá! tenho que te lembrar que descendes de beduínos, integras uma cáfila de ressabiados com a vida, daqueles que gostam de mourejar pelo Parque Eduardo VII e pela Praça do Império e frequentam a Versalhes ou o Pastelinhos de Belém? O que procuras, pela tua necessidade degenerativa, ser-te-á mais fácil encontrar aí na moirama, pois cá para cima as pessoas gostam mais de tudo o que é natural. Como diz o anúncio da TV: "o que é natural é que é bom!"


De FogeKTagarroMouro a 18 de Novembro de 2007 às 22:50
Sulista e Lisboeta ranhoso,

O teu microcérebro impossibilita-te de perceberes que quando abras a boca exalas o cheiro nauseabundo dos complexados e dos vencidos.

Cada hurro teu é uma vitória nossa, porque por muito K te esforces há uma coisa que nunca poderás alterar: ANTES DE SERES PORTUGUÊS (DE 3ª.) JÁ NÓS O ÉRAMOS.

VAMOS,VOMITA LÁ OUTRA VEZ O ESGÔTO QUE HÁ EM TI!


De LUIS a 19 de Novembro de 2007 às 15:02
A VASSALAGEM QUE ELA NOS PRESTA FICOU BEM PATENTE NA DEFESA QUE FEZ DO D. AFONSO HENRIQUES.
COMO ELA ESTÁ AGRADECIDA AO HOMEM QUE A LIVROU DE ANDAR DE BURKA. DIGA-SE DE PASSAGEM QUE A UMA FIGURA DAQUELAS ATÉ A VALORIZAVA. OBRIGAdo


De Alexandre a 19 de Novembro de 2007 às 15:26
Ainda o Porto era aldeia, já Lisboa era cidade.
D.Afonso Henriques quis uma Lisboa portuguesa, em 1147, numa 3ªtentativa Cristã de conquistar a tão desejada cidade.
D.Afonso III escolhe-a para capital, em 1256 (!!!), o que faz dela a 2ªcapital mais antiga da UE.
Aqui nasceu a Universidade em Portugal (não em Coimbra, para onde foi transferida depois).
Os Descobrimentos, que deram um cunho global a este país, começaram aqui.


É verdade que Lisboa é portuguesa há menos 4 anos que o Porto de Gaia, mas a História fala por si. Portugal desejou esta cidade. Os fundadores da Pátria assim o quiseram.




De Anónimo a 19 de Novembro de 2007 às 16:48
E é muito provável que D. Afonso Henriques seja de Coimbra(ou Viseu). A Pessoa não é "propriedade" de ninguém - nem destes Nortenhos.


De Sintrense a 19 de Novembro de 2007 às 17:09
Estava irritado e nem escrevi o "name" que uso.
A mensagem atrás é minha - sobre os prováveis locais de nascimento do Fundador D. Afonso Henriques.
E queria dizer que as Pessoas e Figuras Históricas não são "propriedade" dos Srs. Nortenhos (não "destes" - peço desculpa pela expressão), como as que nasceram no Centro ou Sul - e que são muitas e também grandes - não são exclusivo Património destes ultimos.

Abraços


De Maiato a 20 de Novembro de 2007 às 12:07
Há algumas pessoas que vêm a este blogue e defendem a ideia curiosa de que Lisboa era cidade e o Porto era uma aldeia. Enganam-se. O Porto já era uma cidade há muito. Aliás era diocese há séculos aquando da conquista de Lisboa, o que dá para ver da importância do Porto naquela altura. Por alguma razão os navios com cruzados (podemos chamar assim) vindos do Norte da Europa pararam na barra do Douro.

É evidente que de 1143 a 1147, vão 3 anos. Mas foram muitos mais em que o Porto já era cristão (que práticamente nunca deixou de ser) antes de 1143.

Finalmente, os descobrimentos não começaram em Lisboa. Começaram nos machados das pessoas que cortaram o carvalhos robles e cerquinhos, um pouco por todo o pais, com que se construíram as primeiras caravelas.

O grande impulsionador foi o Infante D. Henrique, nascido no Porto (bons ares!) Os navegadores vieram de todo o lado, em todo o país. Foi uma gesta nacional.

Onde nasceu D. Afonso Henriques ninguém o deve saber. A hipótese de ter nascido em Viseu, aqui levantada, tem a ver com a lenda de que ele era um menino enfezado, que entrou pela mão de Egas Moniz, na igreja de Cárquere (no distrito de Viseu), ali bem pertinho do grande Rio Douro, e que de lá saiu um saudável rapagão.

Não deturpemos as coisas.


De Sintrense a 20 de Novembro de 2007 às 12:50
Caro Xico:

O Infante D. Henrique foi Baptizado no Porto. Não sabemos onde Nasceu. Os documentos falam do Baptismo, por onde a Família Real passava.

Talvez no Mosteiro de Leça ou noutra localidade onde a Família Real Pernoitava. Estava em itinerância.
D. Pedro também tem Créditos no Inicio dos Descobrimentos - o apoio de D. Henrique e da Ordem de Cristo que a Iniciaram.

E a gesta dos Descobrimentos começou no Algarve, como sabemos e só passou a ter Lisboa como centro quando D.João II assumiu o controlo directo do assunto(1481) e o Mestrado da Ordem de Cristo passou para o Rei D. Manuel que lhe sucedeu, depois de passarmos o Equador. E foi uma gesta nacional, claro.

Em 1147 o Porto tinha cerca de 4 MIL habitantes(calculam os Historiadores) e Lisboa cerca de 200 000(MIL) habitantes - calcula-se que cerca de metade - 100 MIL, seríam Moçárabes Cristãos.

Abraço e Cumprimentos.




De Maiato a 20 de Novembro de 2007 às 15:00
Concerteza que não considera que uma aldeia em 1147 tivesse 4000 habitantes?

Quanto a Lisboa ter 200 000 habitantes. Parece-me difícil. Roma no seu apogeu tinha 1 milhão, na Idade Média chegou a ter 50 000 habitantes. Nessas épocas as flutuações de população eram enormes, devido a ciscunstâncias várias, fome, peste e até alterações climáticas.

Quanto ao baptismo do Infante. Nesses tempos o baptismo era quase a seguir ao nascimento. Se a família real estava em itinerância, se não nasceu no Porto, foi lá muito perto...


De Sintrense a 20 de Novembro de 2007 às 16:41
Caro Maiato

As minhas desculpas, era para si a resposta e enganei-me.

Sim era Cidade o Porto, não muito povoada. Sobre Lisboa foi o que li em História Medieval - talvez haja exagero. Este nº de Lisboa fundamenta-se em um Autor Medieval viajante do lado Islâmico(Peço desculpa que não lembro agora o nome). Baseando-nos na descrição Cruzado Inglês, penso que teremos um número largo mas não assim.

Isso do nascimento do Infante D. Henrique pode ser no Porto ou em qualquer parte(Só é Importante o local para lhe tirar o Horóscopo). Que foi lá Baptizado é um facto - E o que é Importante é as figuras Históricas em si. D. Pedro o Poderoso Irmão, nasceu Lisboa, mas está mais ligado a Coimbra, como D. Henrique a Viseu e ao Algarve. Os Príncipes poderíam nascer onde o destino ditasse quando a Corte estava em viagem. E o Casamento com Filipa de Lencastre com D. João I também foi no Porto(ou próximo) logo após a recepção no Porto, para onde o Rei se deslocou para a receber.


De Sintrense a 20 de Novembro de 2007 às 16:48
Que Lisboa era a maior da costa Ocidental, mais ainda que Santiago de Compostela, creio que é um facto - e Tinha o Bispo Cristão Moçarabe, infelizmente e trágicamente morto em uma rebeldia assassina de Flamengos e Alemães que se rebelaram contra D. Afonso Henriques e todos os outros Cruzados que entraram pacificamente na Cidade e respeitaram todos os seus habitantes conforme o acordado.

E que D. Afonso Henriques a quis enaltecer relativamente a Santiago de Compostela, com a incursão com vista a obter as relíquias de São Vicente tabém é verdade. A Lisboa e a todo o Reino em si claro está.


De Transmontano a 19 de Novembro de 2007 às 17:40
AHAHAHAHAH, A LATA DESTE PACÓVIO! AHAHAHAHAH


De Transmontano a 19 de Novembro de 2007 às 17:40
AHAHAHAHAH, A LATA DESTE PACÓVIO! AHAHAHAHAH


De Portogal a 20 de Novembro de 2007 às 13:09
Anormal,
Porque insistes em referir-te ao senhor Leonor Pinhão quando toda a gente sabe que tu és os gajo?


De Anónimo a 16 de Novembro de 2007 às 17:49
Esperava mais do 'contador de anedotas'...
Alguns dias depois do acidente na Refinaria da Petrogal, em Leça da Palmeira, nem uma palavra de quem tem responsabilidades na gestão do município de Matosinhos.
Em vez disso, prefere trazer-nos 'tangas' para a discussão no blog...
Não fosse o Jorge Fiel e este blog não existia


De António a 16 de Novembro de 2007 às 19:32
Realmente é fácil atirar pedras quando estamos escondidos atrás de um muro...
Obrigado, anónimo, pelo grande contributo.
Para a próxima assina, que isto não é Lisboa, podes falar à vontade.


De a 16 de Novembro de 2007 às 17:50
Caro Fernando Rocha, peço desculpa mas estou totalmente em desacordo consigo.
Fala num realizador, numa argumentista, etc, etc, a propósito de um filme.
MAS QUE FILME ?
Não insultemos os realizadores de cinema e o cinema em geral...


De Portista a 16 de Novembro de 2007 às 19:29
Caro amigo

Isto é assunto que nasceu polémico, está a crescer e irá morrer da mesma forma.

Sabemos que tudo serve para apontar para Norte, especialmente para usar o dedo indicador - que acusa e condena.

Divagando:
Vi no passado fim de semana uma mega fogueira e um mega magusto no dito Terreiro do Paço da capital. Porque na capital tudo é ou tem de ser mega, ou até Mega ou ainda Melga, lembrei-me das grandes fogueiras da Santa Inquisição...

Quantos foram os sacrificados?
Que grandes invejas, mega falsos testemunhos, quanta ficção cientifica, quanta argumentação, quanta realização se fez na altura para alimentar fogueiras "à la Torquemada"?

O Presidente cortou uma unha? Ora ponha aí que era eu que lhas cortava todos os dias.
O homem tá doente dos intestinos? Ora ponha aí que ele era uma verdadeira "máquina de dar puns".
Falou com o árbitro? Ponha aí a dizer que lhe deu um maço de notas de 500.

E por aí fora, que alguma coisa haverá de dar.

O homem não é santo*, mas quem o é?
Tem podres? Mas quem não tem?

Quantas versões da mentira, porque uma mentira dita e redita passa a verdade? Porque a verdade está a sul do Mondego?

Qual é o limite?
Qual a fronteira?

A sul ainda qhá uem perca o Norte.

*Nota: dizem que não é santo, mas que para lá caminha; conseguiu pôr uma vaca a escrever, camelos a ler e burros a ver...
Houve quem fosse beatificado por menos.



De Manuel Beites a 16 de Novembro de 2007 às 19:44
...realmente isto visto de fora...!

Está tudo tolinho!... bem.., tudo não. Há um reduto indomável que vai dando um ar de normalidade à sociedade, prolongando a agonia de roma.
É que uma sociedade com olhos teleósticos para este tipo de banha-da-cobra só pode criar quem de vez enquando se engana e nem ao distraído agrada.
...raios ...este país vai de mal a pior!

Manuel Beites


De hemisferionorte a 16 de Novembro de 2007 às 21:50
Boas,
já vi episódios ridículos sobre este tema, mas este do filme ultrapassou todos os limites, é tão mau mas tão mau que é difícil tecer qualquer comentário... e eu só me pergunto como é possível alguém não ver que todo este enredo só nasce pela extrema necessidade de primeiro abafar o caso casa pia, onde realmente se esconde a nata da máfia deste país a consumir sexualmente míudos, e posteriormente, foi aproveitado pelo senhor presidente daquele clube da gaivota, que conforme se está a ver caminha a passos largos para a roptura total com o clube que dirige!
Só outra questão.... alguém do fcp já imaginou por exemplo o gaspar ramos a director de futebol do porto? era impossível não era.... eheheh eles não sabem o que é ser do porto !!!
abraço,
ricardo


De Alexandre a 16 de Novembro de 2007 às 23:27
Não consegue passar disto, sr.Fernando Rocha?! Que tema tão repetido neste blog.
Está a dar publicidade a um filme que não precisa dela para nada...


De Sulista e Lisboeta a 17 de Novembro de 2007 às 10:56
Pois não precisa não.

É o filme mais visto deste país.

Não presta, é um facto. Mas a história também não presta, os factos que relata também não e, sobretudo, a gentalha (real !) que descreve prestam ainda menos.

E o mais curioso é que alguma dessa gentalha até vem cá abaixo para ser recebida por outra gentalha na Assembleia da República !





De Transmontano a 19 de Novembro de 2007 às 17:43
Não deêm de comer a este filho dum camião de porcos...


De antónio a 17 de Novembro de 2007 às 13:13
Estimado Fernando Rocha:

Não vale a pena falar do filme porque, simplesmente, não existe. É uma fraude. O que me dói, realmente, é que o dr. Jorge Sampaio tenha condecorado essas criaturas. Chegou talvez a altura de tratar do assunto, de acordo com a lei, junto do chanceler das ordens honoríficas. Apenas por uma questão de decência nacional.

Passe bem



De p.maria a 19 de Novembro de 2007 às 21:04
"Pelo sim e pelo não nem li o livro, nem vi o filme",
parece-me mais,
- li e gostei, vi e gostei, mas fica-me mal dizer isto...
- gosto muito da humidade das "gaijas" do tamariz e do paganini, as do perola nem por isso - sao caras...
- gosto de higrógrafos para lhes medir a humidade relativa da paxaxa aquando das suas idas ao estandal do dragao.
a carolina?
- tem as subcutaneas cheias de tainhas!!!


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A Bússola nunca se engana, aponta sempre para o Norte.

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