
Caros bussolistas
Aqui está o quarto capítulo da prosa excelente do dr Manuel Cerqueira Gomes
Por lapso meu este deveria ter sido o terceiro , mas como verão a troca não é grave.
O EXEMPLO ESPANHOL
Não precisamos de ir mais longe na Europa para ver os efeitos positivos da descentralização – Olhemos para Espanha!
Em Espanha, a Expo 92 não foi em Madrid.
Foi em Sevilha.
E a próxima não vai ser em Madrid.
Vai ser em Saragoça, neste ano de 2008.
Em Espanha, os Jogos Olímpicos não foram em Madrid.
Foram em Barcelona em 1992.
Espanha não se desinteressou do projecto da fórmula 1 dos barcos pelo facto de Madrid não ser uma cidade costeira.
Valência candidatou-se e ganhou.
Nos anos 70 fui a Madrid, numa excursão de camioneta, ver uma corrida de fórmula1 a Jarama.
Hoje já ninguém fala de Jarama e de Madrid no que se refere a fórmula 1.
Está em Barcelona e em Valência.
Lembram-se daquela final dramática da Taça dos Campeões Europeus, em Sevilha, no ano de 1986, que o Steaua de Bucareste ganhou ao Super Barcelona?
A final da Liga dos Campeões de 1999, aquele fabuloso jogo entre o Manchester United e o Bayern de Munique, não foi em Madrid, foi em Barcelona.
Bom, poderíamos ficar aqui a encher folhas e folhas com o relato de grandes acontecimentos ocorridos em Espanha que não tiveram lugar na capital Madrid.
É nestes momentos que olho com admiração para a realidade autonómica de Espanha e muito particularmente para os Catalães.
Um jovem catalão que vai trabalhar para um banco não precisa de sair de Barcelona para chegar ao topo da hierarquia.
A La Caixa é um exemplo acabado do atrás referido.
Como, de resto, são todas as Cajas de Ahorros espalhadas por toda a Espanha.
Os meus amigos catalães e os seus filhos ligam as televisões e não têm de se submeter ao achincalhamento de ver nos noticiários as primeiras páginas dos jornais de Madrid, nomeadamente dos jornais desportivos, dizendo que o jogador x do Real Madrid está com dores de barriga, ou que o jogador Y vai com o cão ao veterinário.
Porque têm canais de televisão próprios na Catalunha.
E tem jornais desportivos próprios.
Já agora, para quando notícias a partir das 7h da manhã no Porto Canal?
Pelo que me disse um amigo catalão, caso o estatuto autonómico passe no Tribunal Constitucional, a Catalunha só fica dependente de Madrid das forças armadas.
E de Bruxelas das políticas macroeconómicas.
De resto é tudo com eles.
Até Supremo Tribunal de Justiça terão.
Li numa notícia no Expresso de 8 de Dezembro de 2007 que tinha como título o seguinte: “Galegos seguem exemplo dos bascos e catalães”. E no corpo do artigo referia “…A expressão “direito a decidir” está na moda em Espanha. É neste slogan que se apoiam, ultimamente, as reivindicações independentista latentes nas comunidades autónomas espanholas. A última expressão deste sentimento aconteceu no fim-de-semana em Barcelona, onde mais de 125 mil pessoas se manifestaram contra o caos nas infra-estruturas ferroviárias na Catalunha – atribuído à administração central – e reivindicaram o direito a decidir dos cidadãos sobre as obras públicas da região….”
Só através de uma organização de cariz político que alerte as pessoas para estes assuntos, as motive e interesse, é que poderemos alcançar, também, o direito a decidir sobre aquilo que nos diz respeito.
Manuel Cerqueira Gomes
Exército de Salvação Nacional
Batalhão Bússola
Pelotão de Co produção
Manuel Serrão
De Veliberalino a 20 de Março de 2008 às 19:06
Ora aqui está uma maneira de os tripeiros se tornarem autonómicos, a caminho da independência: basta emigrarem para a Catalunha.
De BOCAS a 20 de Março de 2008 às 21:08
Libelinha,
Ou então .... depois de Violar-mos a tua Família Toda e te enrabar!
De Seguida ... Abater-vos Todos Como Cães que Sois.
Morte aos AlmeidaGays!
De Trolho a 20 de Março de 2008 às 21:42
Ó das Bocas, sempre com ideias criminosas, o que é bastante significativo.
De BOCAS a 21 de Março de 2008 às 11:36
O Trolha ...
Cala-te se não levas com o caralho da Talhoxa!
De salboerro a 20 de Março de 2008 às 21:35
Caros Bloguistas,
O tema da regionalização é muito importante pelas consequência que irá ter quando for implementada, mas não justifica os "piropos" que andam para aí a enviar uns aos outros, como se fosse um campeonato de "salamaqueques" entre poder e oposição.
Claro que problema nunca será de Lisboa, mas de quem está encarregado de tomar decisões a partir de lá, seja ao nível das pastas governamentais como ao nível das empresas. Qualquer nortenho que pretenda um emprego que implique trabalho a ser remunerado justamente terá hoje de se encaminhar para a capital porque "cá em cima" nem um consegue. E acham que a culpa é só de Lisboa ou de quem decide em Lisboa?
Nós os nortenhos também não teremos alguma "culpa no cartório" ao não termos capacidade política para nos impormos aos que consideram ser os mandões no nosso País e passarmos a vida nas lamechices e pedinchices? Nos tempos em que tinha responsabilidades empresariais, quando alguém superior passava ao lado do trabalho válido que se estava a fazer, a solução foi sempre ignorar a hierarquia para se poder andar para a frente, a qual nunca teve coragem para enfrentar directamente a situação, usando os seus peões de brega para tentar resolver os problemas. A isto chama-se incompetência, hipocrisia e falta de carácter. Em Portugal, com alguma intensidade no Norte, também se faz gestão empresarial e outra pelo método do "espírito santo de orelha" (ESO)e selecciona-se pelo critério do "escolhido à imagem e semelhança" (EIS) de quem manda e de quem não manda.
Peço desculpa aos meus confrades deste blogue, com todo o respeito que me merecem por ser ainda novato aqui, mas considero que temos de ser mais assertivos e menos "lingrinhas" em certos domínios como a política e outras actividades com incidência económica, social, cultural, etc., etc. Além disso, passamos muito tempo a "falar" de Lisboa que não o merece e não aproveitamos as nossas capacidades no potenciamento dos resultados relativamente àquilo que nos caracteriza positivamente em termos regionais, na sua diferenciação.
Não se melindrem pelo facto de os "lisboetas", a cada passo, nos chamarem provincianos e, permitam-me, com toda a justeza porque lhes damos razões objectivas para isso.
Os meus respeitosos cumprimentos para todos.
Salboerro
De El portobês a 21 de Março de 2008 às 22:10
Concordo, em absoluto... porém, não será fácil "quebrar", anos e anos de tendencioso e regional (sulista) "establishment". Para tal, seriam precisos líderes nortenhos, corajosos e isentos, o que, reconheçamos, não será fácil de encontrar... até porque a própria "força da gravidade"... os "atrai" para lá, para sul...
Bem... a esperança é a última a morrer.
De salboerro a 22 de Março de 2008 às 00:24
Caro El Portobês,
Da mesma forma que na cidade do Porto nunca existiu um Palácio Real, também aqui nunca ninguém teve a coragem de instalar uma praça de touros (já sei o que aí vem, como tratamento a dar aos de lá de baixo, mas acalmem-se); nunca, "jamais", em tempo algum.
Digo isto, desculpando a minha franqueza, porque o seu "nick name" sôa-me a tauromaquia, podendo para outros soar somente a "maquia" que parece ser muito mais interessante para quem gostas de se deliciar com a moeda criola vigente, onde quer que lhes aprouver.
De qualquer modo e indo ao que interessa, se deixarmos em paz aqueles a quem muitos chamam "lisboetas" (até compreendo, às vezes, por caridade), não nos preocupando muito com eles por tempo indeterminado (é o contrário dos contratos a prazo que são a termo certo mais curto possível) e debruçarmo-nos com afinco no que é necessário REALIZAR em todas as regiões do País para nos livrarmos de políticas centralizadas e centralizadoras, pode crêr que vão à vida em três tempos: um, dois e três; já está.
Os meus respeitosos cumprimentos.
Salboerro
De Carago a 20 de Março de 2008 às 21:45
Quem não está bem muda-se! E comparar a realidade de Espanha com a realidade Portuguesa é comparar o incomparável.
De
Curioso a 20 de Março de 2008 às 22:48
Saberá este sábio (é claro que sabe, ele não é burro) qual é a área de cada uma das regiões de Espanha. Quais são maiores: as regiões ou Portugal? E quanto à população?
Pois o que o sábio quer, também sabem os nortenhos (os outros, os autênticos, os verdadeiros, os puros, os que trabalham) tachos, provavelmente para ele e para os amigos autores do blogue. Peço desculpa a um deles porque esse já trabalha.
De Nortenho a 21 de Março de 2008 às 23:37
O que tem a ver a área e a população com a descentralização ?
E os países na Europa que optaram pela regionalização e que são mais pequenos em área do que Portugal. Olhe por exemplo para a Bélgica !
Deixem de falar na área e na população e falem mais nas regiões e do seu potencial para se desenvolverem.
De Xico a 21 de Março de 2008 às 23:38
Caro Curioso
Se o seu objectivo ao falar do tamanho das regiões autonómicas espanholas e compará-las com Portugal, será o de defender que não temos dimensão para as criar, o seu objectivo saiu furado.
A Galiza e o País Basco (não estou a olhar para nenhum mapa), serão mais pequenas do que o Norte de Portugal. Aragão e a Catalunha serão da mesma dimensão e outros exemplos há, mas o argumento não merece mais contra argumentação.
Informo os potenciais clientes que estejam dispostos a fazer a revolução que disponho do mais variado stock de armamento das melhores proveniências.
Estou a pensar abrir uma delegação na cidade do Porto pelo que agradeço desde já o contacto dos interessados.
Poderá ser no "palhacete" da Foz se por acaso o seu ilustre propriétário estiver decidido a aderir ao negócio.
Presentemente tenho a sede em Bagdad e várias delegações noutros países.
Os melhores cumprimentos.
Sempre em luta a bem do desenvolvimento comercial!
Referências: Sou já fornecedor do exército de salvação nacional comandado pelo sargento-palhaço pólvora seca
Se o sábio também responder acertadamente a 8 perguntas que vou enviar por SMS ofereço uma Vignaron nova. É aproveitar, o sábio que colha mais informações sobre este brilhante concurso (ahahahahahah!!!) junto do seu colega de blogue
De salboerro a 21 de Março de 2008 às 17:06
Caro BoasArmasAosMelhoresPreços,
Garanto-lhe que nunca escrevi um nome tão comprido e tão anti-inflaccionista, atendendo ao tipo de produto que comercializa. Na verdade, nos domínios do comércio e do marketing, quem não se lembra das nossas capacidades ancestrais, a todo o momento demonstradas, nos chamados "contos do vigário", uns logo à saída da Estação de S. Bento outros em estabelecimentos de refeições rápidas e ainda outros, em plenas ruas ou avenidas.
A velocidade de transferência de fundos é supersónica, onde os papéis de jornais desempenham uma função suplectiva das notas verdadeiras, a demonstrar que há leitores que não têm o mínimo respeito por aquilo que os jornalistas escrevem nos jornais, sejam notícias, artigos de opinião ou artigos de fundo, pelo menos intelectual e sem qualquer resultado prático na situação da sociedade portuguesa (por exemplo, tem equivalente no programa "Quadratura do Círculo", cujos efeitos na sociedade ainda não são visíveis, apesar de ter já mais de sei lá quantos anos, a partir das emissões da TSF), ao remetê-los para esses desígnios condenáveis da vigarice.
Agora, o meu caro amigo tem um negócio de pergaminhos e de conotações cosmopolitas ou senão até nobiliárquicas e de margens de lucro aceitáveis, valências capazes de lhe dar a tranquilidade necessária para um sono repousante. Valências que serão suficientes para lhe fazer esquecer os remorsos sentidos ao ter conhecimento das consequências perfurantes e necrológicas desses brinquedos que comercializa, sempre utilizados em missões pacíficas como o "Exército da Salvação".
Como deve imaginar, um negócio só com estas características é que me interessaria e, confesso-lhe mesmo, na linha das minhas posições humanísticas, que estou à sua inteira disposição para disponibilizar a área necessária no meu Palacete, aqui na Foz do Douro, para os fins comerciais e humanísticos que pretende prosseguir, caso o meu caro amigoa veja na minha pessoa um sócio credível e de gabarito.
Acrescento ainda que a loja ficaria bem localizada, muitíssimo perto do mar, garantindo vantagens logísticas de grande importância para a operacionalidade das operações de carga e de descarga, especialmente as relacionadas com a exportação, vertente do negócio a explorar a 100%.
Continua convidado para um Porto Ramos Pinto Vintage e charuto no meu Palacete quando quiser e lhe aprouver; em alternativa, uma boa sangria e um "croissant" à boca do forno na "Pastelaria Doce Mar", em plena Avenida Brasil, para combinarmos em melhor detalhe a organização do negócio.
Os meus cumprimentos.
Salboerro
Caríssimo Salboerro,
Assim mesmo é que se fala. Eu vi à primeira, lendo alguns dos comentários aqui postados, que tinha um mercado potencial que poderia desenvolver nessa zona. Fala-se muito de atentados, bombas, luta armada, exército de salvação... obviamente isso não poderia deixar de interessar a quem para mim desenvolve os necessários estudos de marketing.
Contudo, reconhecendo pelos seus textos que é uma pessoa extremamente bem preparada (reparei no vocábulo "rendibilidade" e não, como habitualmente, rentabilidade) é com agrado que recebo a sua oferta e agradeço-lhe desde já ter-se recordado da vertente exportação. Não tinha ido tão longe nas minhas nada modestas ambições...
Assim sendo, e porque também simpaticamente disponibiliza o palhacete na Foz, é com inteiro agrado que aceito o convite para um encontra preliminar a ter lugar na Pastelaria Doce Mar onde terei o máximo prazer (se o sabor corresponder à descrição) em degustar o tal "croissant" à boca do forno, acompanhado pela boa sangria.
Obviamente não perderei de vista o seu amável convite para um Porto Ramos Pinto Vintage e um charuto com os quais pretendo fechar um profícuo negócio, penso eu de que.
Deixe-me apenas acrescentar que, para além do interesse negocial, sou a favor da regionalização.
Os meus melhores cumprimentos
Viktor Fedorenko
De salboerro a 21 de Março de 2008 às 21:52
Caro BoasArmasAosMelhoresPreços,
Pemita-me que corrija o meu amigo ao propor-lhe que o "assim é que se fala" seja substituido pelo "assim é que se escreve". A versão que o meu amigo empregou é mais corrente nas intervenções políticas, onde por vezes mais valia os intervenientes estarem calados e com recolha antecipada às "boxes". A escrita, mesmo que não seja preparada, como no meu caso, em que costumo escrever à flor do pensamento, como agora, costuma implicar mais cuidados para que as mensagens não saiam ao contrário daquilo que queremos transmitir e que, como sabe já tem acontecido muitas vezes aos políticos.
Por exemplo, nas campanhas eleitorais quando os políticos nos transmitem verbalmente que não aumentarão os impostos, podem estar a dizer exactamente o que está escrito no discurso, mas no auge da emoção e do empolgamento de um comício as "coisas" ganham tamanha baralhação que acabam por afirmar o contrário sem ter havido qualquer intenção.
Relativamente ao negócio, claro está que se mantém de pé a minha proposta e o meu caro amigo só terá de dizer o dia e a hora que lhe convém para um encontro na dita pastelaria da Foz do Douro. Daí ao meu Palacete é um pequeno salto. Advirto, no entanto, que da parte de tarde costumo dormir a sesta entre as 14 e as 16H00, por razões de hábito adquirido, não na minha família, mas quando participei activamente nas campanhas eleitorais do maior Senador da República, recomendando-lhe que marque uma hora lá para as 18H00, porque entre as 16H00 e as 17H30 sou diariamente submetido a massagens de revitalização da pele e dos membros inferiores.
Os meus respeitosos cumprimentos.
Salboerro
Caríssimo Salboerro,
Na verdade esqueci-me das aspas na palavra "fala". Agradeço-lhe a simpática correcção e peço-lhe que me perdoe. Espero que isso não seja motivo de interpretação dúbia quanto à minha intenção mais pura que era louvar a capacidade de decisão que demonstrou. Estou inteiramente de acordo com tudo o escreveu a propósito.
Voltando ao nosso negócio e ao encontro consigo e com o "croissant", tomei nota dos seus impedimentos - com os quais concordo pois, no que concerne ao Senador, parece terem efeitos benéficos - e disso darei nota ao meu secretário para programar a minha agenda de forma a ser compatível com a sua.
Uma pergunta: vamos de cara descoberta ou será aconselhável usarmos um "pass montagne"? Dará muito nas vistas...?
Espero ter o prazer de conhecê-lo em breve.
Até lá, receba os melhores cumprimentos explosivos.
Víktor Fedorenko
P.S.: Por favor não esqueça o Porto Ramos Pinto Vintage e o charuto
Exmo. Sr. Salboerro
Obrigado por me aturar. Espero não o ter ofendido.
Desejo-lhe, e à sua Exmª. família, uma Boa Páscoa.
Respeitosos cumprimentos
De salboerro a 22 de Março de 2008 às 00:48
Caro Viktor Fedorenko,
Com todo o respeito retribuo os votos de Feliz Páscoa, tanto cristã como ortodoxa.
Manuelov Marquisovich Pintorovsky
De salboerro a 22 de Março de 2008 às 00:44
Caro BoasArmasAosMelhoresPreços,
Agradeço do coração a correcção que lhe propuz antes relativa ao meu texto e muito sensibilizadamente agradeço. Os efeitos na condução do nosso serão obviamente nulos, relembrabdo que como se trata de brinquedos não haverá necessidade de qualquer disfarce nas nossas deslocações públicas como pessoas com preocupações humanitárias e intenções pacíficas.
Por isso, em todas as minhas deslocações, o referencial identificatório que uso habitualmente incide sonre os sapatos. Com efeito,uso sempre sapatos de camurça, obviamente em castanho, da marca "ceruti" que nunca poderá certificar por estar impressa na palmilha interior. No entanto, para facilitar a identificação, costumo usar as calças um pouco subidas que os meus detractores costumam dizer, nas suas versões populares e ignorantes: "Lá vai ele regar o milho". Porém, existe outro elemento identificador que é o charuto que sempre me acompanha e que, mesmo em público, nunca escondo. Por último, o "pass montagne", para além de dar muito nas vistas invejosas e maldizentes, é um instrumento de disfarce que utilizo só quando vou para os Alpes Berneses, os mais belos da Europa, com a minha beldade 40 anos mais nova que eu e que se queixa sempre do tédio da estadia. Enfim, mulheres ...!
Peço que aceite os protestos da minha consideração e estima.
Salboerro
estes palhacinhos ainda gozam por sermos espoliados por LXmerda .
VIVA O CONDADO
VIVA A AUTONOMIA
F ind do NORTE
De AXN a 22 de Março de 2008 às 11:31
des...norteado
Tomaste a medicação?
Já não ZURRAS?
uma das medidas q gostaria de ter para dar exemplo aos mouros era pegar em gajos como o rabeta do axn canal kakoso e afoga-lo na ribeiro do rio douro ,talvez assim nos respeitassem mais e nos temessem
pelo condado PORTUCALENSE
F I N
Dois erros de análise neste post:
- comparar Catalunha com o Porto, ou Espanha com Portugal ... só por brincadeira!
- Catalunha não deseja assim tanto uma independência do Estado Central: e depois quem iria pagar todas as infra-estruturas realizadas pelo Governo Central espanhol naquela região ???...
Isto de ter autonomia para gerir receitas, mas ser dependente na hora de arranjar quem pague os investimentos realizados ...
Desta indenpendência, também quero eu muitas ...
Cumprimentos ao autores do blogue ... sou leitor assíduo e atento ...
Nuno Delgado
De
PMS a 21 de Março de 2008 às 01:19
Pois, mas um habitante de Girona, para chegar ao topo da hierarquia, tem que emigrar para Barcelona...
Não será isto um centralismo dentro da mesma nação? É que a Catalunha é uma nação como Portugal. Logo, se me basta ir para Lisboa para subir na hierarquia, não precisando de ir a Madrid, suponho que está tudo bem.
E sinceramente, lamento que o problema seja as notícias dos clubes de futebol de LISBOA, e não dos clubes todos de futebol.
Aliás, parece-me que o problema aqui é mesmo futebol.
Os senhores esperam que o Estado vos garanta empregos de topo no Porto (já basta em Lisboa) ou no raio que a parta, e querem telejornaizinhos feitos à vossa medida, e eventos internacionais .
Os argumentos são fracos, xenófobos, e profundamente imobilistas e irrealistas. O artigo chama-se "O problema não é de Lisboa", mas parece que acham que o problema é Lisboa e que a solução está lá. Fala-se em manifestações populares, mas apenas para reinvindicar a Lisboa.
Sinceramente, este texto é uma lamúria completa, é um chorrilho de queixumes, e nada traz de soluções. Isto é atirar a água para debaixo do capote. O problema foi quando o Norte passou a achar que era o poder político que ia trazer as soluções. A força do Norte foi sempre a capacidade das suas gentes resolverem os seus próprios problemas. Mas estes textos apelam ao Sebastianismo, à velha necessidade de um líder que bata o pé e nos resolva os problemas.
Já chega. É hora de sermos nós a resolvermos os nossos problemas. Não é preciso independência para o Norte. Basta não sermos dependentes do Estado (ou de qualquer outra entidade supostamente omnipontente).
P.S. Estes textos só dão má imagem ao Norte, e ninguém tem esse direito. Ah, e a maior parte dos comentadores que para aqui vem são um nojo: precisam mesmo de vir para os blogues para descarregar a bílis? É excesso de testosterona? E se fossem espremer as borbulhas e deixassem os leitores idónios livres da conspurcação desses comentários que apenas dizem de vós próprios?
De BOCAS a 21 de Março de 2008 às 11:45
OH Peido Mal Seiroso,
Mais lá coçar-te para outro lado!
Foda-se não tens nada mais interessante para escrever do que esta Merdica?
De
PMS a 21 de Março de 2008 às 12:41
Tendo em conta o abismo intelectual que nos separa, suponho que a unica coisa que poderia escrever, que fosse interessante para si, seria um dicionário de palavrões.
Confesso que tal não me daria grande gozo intelectual. Prefiro debater ideias. Mas isso só dá para fazer com interlocutores que tenham ideias.
Melhores Cumprimentos
De BOCAS a 21 de Março de 2008 às 17:45
Oh PeidoMal"CH"Seiroso,
Estou realmente Abismado com tanta sabedoria, do intelectual!
Mas, olha meu intelectual da TRETA, mete-a no Buraco mais próximo. A não ser que passes a exprimir-te melhor. Ou então, ninguém consegue tirar nada do que escreves, mesmo que muito bem espremido.
Muito agradecido pela Aula que me deste de uma forma tão graciosa.
Um Abraço
De
pms a 22 de Março de 2008 às 01:59
"A não ser que passes a exprimir-te melhor. Ou então, ninguém consegue tirar nada do que escreves, mesmo que muito bem espremido."
Lamento que o Sr. não disponha de capacidade para entender o que escrevo, mas essa dificuldade não é partilhada pelas pessoas minimamente inteligentes e bem formadas.
Tendo em conta que esse é o meu público alvo, não vejo motivos para apatetizar a minha técnica de escrita.
Mas olhe, recomendo-lhe as claques de futebol, ou os comentários do record. São mais apropriados para o seu nível de compreensão.
E passar bem. Por muito que me divirta estar a insultá-lo de forma inteligente, há quem possa não compreender isso, e eu não quero correr o risco de ser confundido consigo.
De Alexandre a 21 de Março de 2008 às 01:25
Este Manecas continua com o cérebro cheio de sebo. Não sabe distinguir a realidade espanhola, cheia de nações, da portuguesa. Catalunha, Galiza, País Basco são nações, como Portugal, apenas não têm Estado, pois continuam ocupadas por Castela. Por uma Ibéria livre do Imperialismo :)!
O manecas até fala bem.. desde que não saia do tema costura.
De BOCAS a 21 de Março de 2008 às 11:52
ALEXANDRE o GRANDE NABO!
A Espanha seguiu o caminho certo, no que diz respeito a criar dinâmicas locais ou regionais através da realização de grandes eventos. Embora o alcançe dos mesmos não seja sempre ~um remédio milagroso, pois por ex: no caso de Sevilha, após a expo aí realizada a zona da ilha da Cartucha, ficou votada a algum abandono e ainda hoje, o problema subsiste. Mas o importante foi criar o momento e a partir daí há que saber rentabilizá-lo. No nosso país, os governos parecem ter medo de arriscar relaizar um grande evento fora da capelinha Lisboeta. Ao contrário do que nos fizeram crer os governantes de então, A Expo em Lisboa, beneficiou Lisboa e em concreto a zona degradada dos Olivais. O resto do país só beneficiou residualmente. Embora a realidade geográfica e cultural de ambos os países seja bem diferente, pois Espanha e´cerca de 5 X maio que Portugal. Mas ou bem que os governos entendem o país como um todo e procuram, como é sua obrigação, esbater as desigualdades entre regiões, ou nunca este país sairá do marasmo em que se encontra.
Comentar post