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Bússola

A Bússola nunca se engana, aponta sempre para o Norte.

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A Bússola nunca se engana, aponta sempre para o Norte.

Eu sou bairrista e provinciano

Olhem eu preocupado por ser bairrista e provinciano

Está na moda acusar o FC Porto de ser provinciano e de não conseguir reunir uma base de apoio nacional apesar de ser hegemónico no futebol português pós 25 de Abril.

É da tradição acusar-nos a nós, portuenses, de termos um discurso bairrista.

A este propósito queria deixar escritas quatro coisas:

1.     Apesar de, devido à sua reconhecida competência,  o FC Porto, como o próprio nome indica, ter vindo a recolher apoiantes e admiradores pelo mundo inteiro, a verdade é que é um clube do Porto e muito orgulhoso da sua denominação de origem;

 

2.     Declaro-me 100% bairrista, no sentido em que tenho um forte e vivo sentimento de pertença à cidade que amo, e onde nasci e cresci;

 

3.     Declaro-me provinciano dos pés à cabeça – e não estou sozinho neste reconhecimento. Em entrevista ao Libération, José Sócrates, nascido e Trás-os-Montes e criado nas Beiras, assumiu o mesmo: “É verdade, sou um provinciano e fiz-me sem pedir permissão a ninguém”;

 

4.     Apenas uma minoria de parolos faz a lamentável confusão de considerar que existe incompatibilidade em ser simultaneamente bairrista, provinciano e cosmopolita.

 

Jorge Fiel

www.lavandaria.blogs.sapo.pt

4 comentários

  • Sem imagem de perfil

    aNNóNNimo 29.05.2009

    bairrista e parolo

    E para que tu e as mentes 'brilhantes' e sectárias do (F.C.) Porto se convençam que de "bairristas e parolos" e algum conhecimento, todos nós temos um pouco, aqui vai...ALELUIA!

    Era a mulher — a mulher nua e bela,
    Sem a impostura inútil do vestido
    Era a mulher, cantando ao meu ouvido,
    Como se a luz se resumisse nela...
    Mulher de seios duros e pequenos
    Com uma flor a abrir em cada peito.
    Era a mulher com bíblicos acenos
    E cada qual para os meus dedos feito.
    Era o seu corpo — a sua carne toda.
    Era o seu porte, o seu olhar, seus braços:
    Luar de noite e manancial de boda,
    Boca vermelha de sorrisos lassos
    Era a mulher — a fonte permitida
    Por Deus, pelos Poetas, pelo mundo...
    Era a mulher e o seu amor fecundo
    Dando a nós, homens, o direito à vida!

    NOTA IMPORTANTE - Do mesmo autor (N. no Porto a 6 de Setembro de 1904 - antes do FCP - e M. n sua cidade a 5 de Março de 1984) e curiosamente com o mesmo título!
  • Sem imagem de perfil

    bairrista e parolo 29.05.2009

    o grunho asnnonnimo
    no minimo é salazarento fadista benfiquista e casapiano.
    mamar hombre.
  • Sem imagem de perfil

    aNNóNNimo 30.05.2009

    bairrista e parolo

    Não gosto de deixar ninguém sem resposta, mas por norma, não costumo prestar atenção a um qualquer filho DE puta.
    Abro uma excepção para te dizer - se ainda o não encontraste - que não sou teu pai e que não frequento a pocilga das Antas:-)
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