Li num comentário a um post do Mário Rui um "bussolista" escrever sobre a necessidade de se retomar o espírito do Bússola por um lado e por outro de se "retirar" F.C.Porto à coisa e ainda de se criar um "filtro" ao conteúdo insultuoso e mal criado de alguns comentários.
Totalmente de acordo.
A questão de retomar o espírito do Bússola é necessário, urgente e recomenda-se.
Bem sei que todos nós temos as nossas vidas e quase todas muito absorventes.
É uma realidade. Mas com um bocadinho de esforço, boa vontade e espírito lutador típico dos "homens do Norte" será possível.
Afinal somos homens de causas!...
Ao que parece o assunto vai ser debatido em reunião magna muito brevemente e resolvido.
Quanto ao futebol também concordo.
Há tricas a mais...
Esta vida, escrevi aqui um dia, é muito mais do que um Benfica-FCPorto.
Pela minha parte prometi e cumprirei.
Nada sobre o mundo do pontapé no esférico!
Mais.
Adoro futebol.
Não leio, não me interessa, não respondo e não quero saber dos insultos, das meias verdades, das más educações.
É possível divergir, ter piada, ser veemente e ser educado ao mesmo tempo.
O Bússola, como um fenómeno de popularidade que o foi e é, merece este reflexão.
Devemos continuar a lutar pela nossa paixão.
O Norte
Temos que nos preocupar, como por exemplo entre outras coisas, essas sim significativas, com o "desvio" de fundos comunitários do Norte para a Região de Lisboa como também aqui já havia alertado.
Nota 1: já ouço os insultos e vejo os dedos afincadamente a "massacrar" os teclados indefesos dos computadores de alguns.
Nota só para "chatear": Domingo e segunda-feira vou para Lisboa. Trabalhar mas...também para ver umas exposições e ouvir um Concerto na Gulbenkian.
Estão a ver também há coisas boas e bonitas em Lisboa!
26 comentários
APITO ENCARNADO 11.06.2008
'Apito Final' ainda pode envolver Benfica e Vieira
Liga. O processo 'Apito Final' ainda não está fechado. A Comissão Disciplinar da Liga de Clubes deixou em suspenso dois processos e aguarda agora as conclusões do inquérito que a Procuradoria-Geral da República instaurou tendo como base o 'dossier' 'Apito Encarnado'
Liga de Clubes ainda aguarda mais dados da PGR
O "Apito Final" ainda não acabou. A Comissão Disciplinar da Liga de Clubes tem dois processos suspensos aguardando os resultados de um inquérito aberto pelo procurador-geral da República com base no dossier "Apito Encarnado". O documento tornado público em Agosto de 2007, foi entregue à PGR (e também à Liga, Federação e Polícia Judiciária) e pode colocar o Benfica sob a alçada da justiça desportiva no âmbito do processo "Apito Final". Alegadamente elaborado "por um conjunto de funcionários de investigação" da Polícia Judiciária, o dossier denuncia uma suposta dualidade de critérios da investigação do processo "Apito Dourado", e refere "factos" a que " por esquecimento não terá sido dado o devido tratamento". Algumas das denúncias dizem respeito à época 2004/2005, ano em que o Benfica conquistou o campeonato. "Reuniões secretas entre Luís Filipe Vieira e José Veiga com dirigentes da arbitragem" , "reuniões num restaurante de Penafiel entre José Veiga e vários árbitros e árbitros assistentes", "reuniões entre o dr. João Rodrigues com o sr. Pinto de Sousa num hotel de Lisboa" , " a promessa da contratação de um jogador do Estoril antes do "famoso" jogo Estoril-Benfica, no Algarve", são algumas das denúncias feitas no documento anónimo que mereceu a Pinto Monteiro, no entanto, a decisão de abrir um processo de inquérito.
Sabendo disso, a Comissão Disciplinar da Liga de forma a evitar a prescrição que poderia resultar da abertura de um novo inquérito, tomou a decisão de suspender dois processos. Os processos de inquéritos 02-06/07 e 13-06/07 , apesar do arquivamento dos autos na parte respeitante à matéria de facto da deliberação final mantêm-se suspensos por um período de dois meses, a contar da data de publicação do respectivos acordãos - 6 de Maio de 2008 - ( no dia 6 do próximo mês de Julho a situação será revista), conforme se pode ler nas páginas 38/39/ 40 e 110/ 111 dos respectivos documentos. "O prosseguimento do processo visa investigar e aferir do relevo jusdisciplinar da factualidade que possa resultar da informação remetida a esta comissão disciplinar pela procuradoria geral da República".
O DN tentou contactar o Presidente da Comissão Disciplinar da Liga, mas sem sucesso. Ricardo Costa, que ontem esteve reunido com o Procurador Geral da República, manteve durante todo o dia o telefone desligado. O DN também não conseguiu chegar à fala com Luís Filipe Vieira . No entanto, em Agosto de 2007, quando o documento foi tornado público, o líder do Benfica foi claro na reacção: " se a PGR recebeu esse documento, que investigue. E que nada fique por investigar. O Benfica confia e sempre confiou na Justiça". -I.A/T.S.P
Pedro Mourão considera incompreensível a escolha de Andreia Couto em remeter para Rui Sá, assessor jurídico da Liga, e não para a Comissão Disciplinar (CD) a aclaração pedida pelo FC Porto. 'Esse pedido devia ter sido entregue ao órgão que tomou as decisões. Não faz sentido que o parecer seja elaborado por outro jurista. É até deontologicamente incorrecto', disse ao CM o antigo líder da CD.
O parecer de Rui Sá afirma que o veredicto da CD pode ser modificado caso o Conselho de Justiça dê provimento ao protesto apresentado por Pinto da Costa. 'A UEFA até vai achar caricato que uma aclaração pedida à Liga não tenha o cunho da Comissão Disciplinar. Seja como for, o documento não tem valor vinculativo, mas, ainda assim, é um tiro no pé', finalizou Pedro Mourão.
PINTO DA COSTA E A PEDOFILIA
Pinto da Costa, suspenso por dois anos pela Comissão Disciplinar da Liga, voltou ontem a falar aos sócios, em Caldas de São Jorge, em Santa Maria da Feira. 'Se os milhões gastos no ‘Apito’ fossem canalizados para outros processos, quantos problemas seriam resolvidos? Centenas de crianças foram violadas e ninguém é apanhado', afirmou o dirigente.
O dirigente apontou ainda baterias a Maria José Morgado e à justiça portuguesa, relembrando que o próprio PGR disse desconhecer que estava sob escuta telefónica. -------------------------
Que coisa anedótica. Vá lá não falou nos crimes da noite. Dos processos arquivados. E da fuga para Espanha. E dos enxugos à ex-mulher Carolina.
Não gosto de futebol nem apoio qualquer clube, só para esclarecer antes que me lancem ataques clubísticos. Agora, não entendo porque é que um país inteiro clama por sangue nestas apitadelas e se esquece das crianças que foram violadas. Pelos vistos uma tentativa de corrupção na porcaria de um jogo de futebol é muito mais grave que a violação de dezenas ou até centenas de crianças. Se não concorda comigo então abstenha-se de dar resposta pois tal apenas demonstraria que é um ser de muito baixos valores morais
Apenas conheci o pasquimerda de apoio espiritual aos batoteiros, quando a coisa não passou para o exterior. E a mafia pintista viu fugir o controlo da situação.
"Desculpem-me-ão a ousadia, mas não confio em unanimismos. São traiçoeiros. Esta coisa de estarmos habituados a vermos alguém a opinar por nós e a passar, num ápice, da (sua) opinão pessoal para opinião pública(da), já começa a incomodar, e temos de a mudar rapidamente. É quase como vermos um estranho entrar-nos pela casa, sem ser convidado (e ainda por cima), para nos vir indicar o sítio onde temos de colocar as nossas coisas. É um abuso.
Ora, é isto precisamente o que os media e seus colaboradores de estimação (Pachecos e Marcelos, Vitorinos & Cª. ), com o excessivo poder que dispõem, têm vindo a fazer há muito tempo, sobre tudo e sobre nada.
Há lugares comuns milenares e sábios, mas a comunicação social serve-se frequentemente deles para os desvirtuar, transformando-os em assuntos tabu ou clichés irreversíveis, que de tão repetidos, cortam o espaço para a discussão e para a introdução de novos conceitos.
Não é, portanto, apenas para contrariar, mas pessoalmente ainda não me deixei convencer pela força persuasora das verdades indiscutíveis dos clichés. Gosto de as questionar pela razão, obviamente oposta, de me parecerem bem discutíveis.
Uma dessas verdades "indiscutíveis" - que todos nós conhecemos de cor e salteado - que nos manda aceitar como boa, é a ideia de que podemos mudar tudo na vida, excepto de clube. Esta verdadezinha, caros amigos, não é inocente.
A situação penosa por que passa a nossa cidade/região nas últimas décadas e a reacção cruzada do fenómeno, entre portuenses com simpatias clubísticas diferentes - algumas das quais, demasiado deslocalizadas das suas origens - permitem-nos retirar algumas ilacções interessantes. Uma delas, é descobrir a importância política e sociológica que há na proximidade dos afectos clubísticos com a região de origem ou com a do local onde se vive. Essa proximidade, esse apego ao clube local/regional permite aos cidadãos uma maior identificação e um maior conforto quando é chamado a tomar decisões políticas. Por outras palavras, quanto menos politizado e fanático é o adepto de um clube deslocalizado do seu habitat, mais tendência tem para prejudicar politicamente a sua cidade/região. Esta tendência é mais visível quando os interesses da cidade colidem com os interesses do seu clube, sobretudo se esse clube não pertence à região onde vive.
Não será por acaso, que um significativo número de portuenses, adeptos do Benfica e do Sporting são pouco entusiastas da regionalização e fazem questão - nos seus comentários contrastantes com a tónica bairrista dos adeptos portistas - de alinhar pela política centralista de Lisboa sem terem (ou quererem ter) consciência do quanto estão a prejudicar uma terra e uma região, que gostam de dizer ser também sua, e amar. Há aqui, quer queiram não, uma flagrante contradição. Há excepções, claro, mas estou seguro que não passam mesmo de excepções, o que é pouco, para engrossar e reforçar o pelotão da causa nortenha.
É claro que esta minha tese é polémica porque pode significar a admissão do mesmo princípio para os adeptos do Porto residentes em Lisboa e em outros locais do país, mas nem assim considero que esteja errada. Sabemos e achamos natural, que os pais transmitam aos filhos as suas paixões clubísticas, mas o comportamento ideal seria deixar eles próprios decidirem a sua escolha individual, sem pressões de qualquer tipo. Seria sempre uma decisão mais independente, mais autêntica.
Caso fosse possível compatibilizar as paixões clubísticas com as questões políticas e regionais, a minha tese não faria qualquer sentido, porque por esta altura estaríamos porventura todos unidos em defesa do Porto/Norte, portistas, benfiquistas e sportinguistas. Não sendo assim, lamento ter de o dizer, nunca nenhum benfiquista ou sportinguista poderá afirmar com a alma de quem ama realmente o que é seu, que gosta do Porto. Gostarão, talvez, mas... Os portistas gostam, concerteza, e... A diferença está nessa singela letra "e", que no caso em questão quer dizer: apaixonadamente e de corpo inteiro." Publicada por Rui Valente em Segunda-feira, Junho 09, 2008
Agradeço a atenção democrática e exemplar que foi dada ao meu comentário.
A verdade é que a regionalização merece uma discussão seria baseada em factos e analises e não uma conversa de fanatismo baseada nos clichés do costume anti - Lisboa.
Essa tem sido uma formula usada por muitos personagens políticos e figuras de poder para ganhar apoios e fanatizar o povo. A regionalização é um processo histórico que diz respeito a todos e não pode ser usado como forma de afirmação de quem não tem nada a dizer a não ser os já habituais discursos bacocos e vazios que tiram credibilidade ao movimento.
Pinto da Costa, sempre torci o nariz ao seu discurso populista e arrogante, no entanto fui obrigado aprender admirá-lo e respeitá-lo. Como portuense vejo o FCP como instituição de grande importância na cidade, mas submeter a imagem da cidade e da regionalização ao clube, ao invés do processo inverso, foi um erro que se vem agora a confirmar-se como histórico. Nos recentes escândalos que o FCP têm sofrido a imagem da cidade e suas gentes aparece também descredibilizada. Para além disso, leva a que quem não tenha o Porto como clube se veja de alguma forma afastado desta discussão, por ser quase obrigado a defender o clube sempre que o tema regionalização vem à baila.
Contudo continuo achar que todo o portuense deve ter orgulho no clube como instituição de relevo na cidade. O FCP é um exemplo de trabalho bem feito. Quer queiram, quer não, quem percebe de futebol e está atento, tem de reconhecer o mérito deste. Como tripeiro regozijo-me de este ser o clube da minha cidade e defendo-o com sensatez porque reconheço que a maioria da comunicação social trata-o de forma injusta e imparcial.
Quanto a Lisboa, é, de facto, um carrasco. Continua com os tiques de capital do império. Eles são o exemplo a seguir e o resto é parolada provinciana. Gozam com os sotaques, com as tradições, com os personagens de outras zonas do país... Enfim, gabam-se de ser uma cidade cosmopolita, mas predomina uma mentalidade bastante quadrada. Fazem ramos com as flores dos outros. Não se admite que durante os anos 90, quando a Zona Norte se encontrava entre as zonas mais industrializadas da Europa, o dinheiro dessa produtividade tenha servido para Expô, CCB, ponte Vasco da Gama e outras obras faraônicas e não para investir no tecido empresarial nortenho e prepará-lo para a entrada no Euro e no contexto da globalização. É de lamentar, mas a forma de contestar esta situação é com um discurso mais profundo e estudado e não com "o morte aos mouros" e "Lisboa a arder" que tanto se popularizou.
Compreendo a finalidade do desejo de limitar polémicas desviantes dos supostos assuntos prioritários mas permita-me esta pergunta: a tentativa de condicionar a discussão, a selecção de assuntos, evitando os mais sujeitos à querela, temendo o espectro do divisionismo não tem um pouco de ditatorial? Não estará a ceder aos que fazem, precisamente, da má educação e do insulto uma forma de condicionamento? Hoje, evita o futebol porque é um mar de paixões; amanhã, pelo mesmo motivo, cala o combate à centralização; depois...quem cala consente, diz o povo.
Apetece-me adaptar o titulo da peça de Albee: quem tem medo do...FC Porto?
A descentralização beneficiará todos e não tem a ver com clubes. Mas, diz-me com quem andas e dir-te-ei como és...
Caro Fernando Rocha, seria muito bom que assim fizessem pois já não há pachorra para tanta ignorância. Este blog quando foi criado não havia dia que aqui não viesse, agora é quando me lembro. Até os senhores deixaram de comentar os comentários aqui colocados. Os assuntos aqui postados muitas das vezes nem discutidos são pois logo vem o futebol à mistura e os insultos. Bem hajam e vamos lá a endireitar isto, pois se a Bússola aponta para o Norte então que seja com o mínimo de dignidade da vossa parte em moderar estes comentários.
Acho que nao deviam censurar os comentarios insultuosos. Eles mostram o que o povo pensa e sente. Sem esses comentarios nao daria para sentir a revolta de alguns nortenhos em relaçao a todo o Portugal nem daria para sentir que ha varios independentistas no norte.
Pela liberdade de expressao sempre, mesmo que o povo seja mal educado e insultuoso.
É com enorme satisfação que constato que o NORTE, de facto, não se perdeu!
Tomo a palavra pegando na sua afirmação, acima reproduzida.
Como diria qualquer comum portuense, somos gentes de causas, logo, não faz qualquer sentido dar corpo e voz a um desfiar (aparentemente) incontrolável de ódios mal explicados, razões perdidas e descomedimentos vários.
Tal como esse mesmo BUSSOLISTA escreveu, (tenho bem presente esse comentário), não faz qualquer sentido dar guarida a uma caterva contristados com vicissitudes diversas.
A defesa dos valores associados às causas porque pugnamos, não é compaginável com a manutenção de um certo (e aqui perdoem-me a expressão) "deixa andar a ver no que a coisa dá". Não. Em boa verdade parece-me mesmo que este tipo de atitude, acabará, inevitavelmente, por cevar as hordas de todos aqueles que tenhem como único móbil, a descredibilização deste espaço, visando a sua destruição pura e simples.
Se os fundadores desta BUSSOLA , pretendem, como piamente acredito, manter este espaço livre mas responsável, mordaz mas com polidez, acutilante mas civilizado, só podem, na minha modesta forma de entendimento, repensar a forma como certos "contributos" devem ser descartados, pois nada acrescentam a um debate que se pretende sério e salutar.
Aguardo, como muitos outros, que o bom senso impere e dele emane uma tão ampla quanto possível discussão sobre os temas que nos interessam e aproximam, mesmo que tal desígnio implique e/ou obrigue, sem qualquer tabu ou falso pudor, a falar-se também de futebol.
A todos vós, fundadores do BUSSOLA o meu obrigado pela criação deste espaço de liberdade.
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' Afinal somos homens de causas!... ' <BR><BR>Caro Fernando Rocha, <BR><BR>É com enorme satisfação que constato que o NORTE, de facto, não se perdeu! <BR><BR>Tomo a palavra pegando na sua afirmação, acima reproduzida. <BR><BR>Como diria qualquer comum portuense, somos gentes de causas, logo, não faz qualquer sentido dar corpo e voz a um desfiar (aparentemente) incontrolável de ódios mal explicados, razões perdidas e descomedimentos vários. <BR><BR>Tal como esse mesmo BUSSOLISTA escreveu, (tenho bem presente esse comentário), não faz qualquer sentido dar guarida a uma caterva contristados com vicissitudes diversas. <BR><BR>A defesa dos valores associados às causas porque pugnamos, não é compaginável com a manutenção de um certo (e aqui perdoem-me a expressão) "deixa andar a ver no que a coisa dá". Não. Em boa verdade parece-me mesmo que este tipo de atitude, acabará, inevitavelmente, por cevar as hordas de todos aqueles que tenhem como único móbil, a descredibilização deste espaço, visando a sua destruição pura e simples. <BR><BR>Se os fundadores desta BUSSOLA , pretendem, como piamente acredito, manter este espaço livre mas responsável, mordaz mas com polidez, acutilante mas civilizado, só podem, na minha modesta forma de entendimento, repensar a forma como certos "contributos" devem ser descartados, pois nada acrescentam a um debate que se pretende sério e salutar. <BR><BR>Aguardo, como muitos outros, que o bom senso impere e dele emane uma tão ampla quanto possível discussão sobre os temas que nos interessam e aproximam, mesmo que tal desígnio implique e/ou obrigue, sem qualquer tabu ou falso pudor, a falar-se também de futebol. <BR><BR>A todos vós, fundadores do BUSSOLA o meu obrigado pela criação deste espaço de liberdade. <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>G.Meireles</A> <BR>