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Bússola

A Bússola nunca se engana, aponta sempre para o Norte.

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Sócrates pediu ajuda a Zapatero

Tui, Pontevedra, Galiza
Tui, Pontevedra, Galiza



Tui dá emprego a 500 portugueses

Não fosse a placa "Espanha" ali ao lado e o novo outlet de Tui, na Galiza, quase pareceria um qualquer centro comercial "luso", tantos são os carros de matrícula portuguesa no parque de estacionamento. E nem faltam centenas de licenciados atrás do balcão de lojas de roupa.

Dentro de dias serão quase 500 os portugueses a trabalhar no local, atraídos por salários 30% a 50% mais no espaço galego do que nas lojas em Portugal.


Das 78 lojas que dentro de dias estarão a funcionar em pleno, entre supermercado, zonas de alimentação, bomba de gasolina, lojas de moda e outros consumíveis, são perto de 800 postos de trabalho, dos quais cerca de 500 ocupados por portugueses. 

 

Muitos destes empregados de balcão trocaram empregos do género em Portugal, onde recebiam pouco mais de 500 euros, por um trabalho idêntico que lhes vale ao fim do mês quase o dobro. "A diferença está no custo de vida de Espanha e nos salários praticados, as empresas reflectem isso mesmo nos ordenados que pagam".


Actualmente o centro funciona com 60 lojas abertas ao público, mas dentro de dias estará em plena operacionalidade, o que corresponderá a um total de 13 lojas de marca portuguesa.

 

Na restauração, um dos destaques vai para a 'Tasquinha do Tareco', a primeira aventura do casal de Barcelos, Eduardo e Alice Jesus. "Foi um convite e ao mesmo tempo um desafio, mas os espanhóis estão a gostar da nossa comida".

 

Francesinhas, cachorros e grelhados são os pratos de eleição dos espanhóis.

O Outlet Tui, o segundo maior outlet de Espanha e o único da Galiza, resultou de um investimento de 40 milhões de euros do grupo espanhol DG Center Atlântico e dista poucos metros da fronteira portuguesa de Valença.

 

 

 

Mário Rui Cruz

3 comentários

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    OBSERVADOR 09.09.2008

    8) como é possível um árbitro permitir, se não viu as agressões (várias, que o Rolando não abriu a cabeça num poste ou contra o Fucile...), em cada canto do FC Porto, uma luta própria de galinheiro, chamando a atenção dos defesas agressores, quando perante tantos exemplos de infracção podia ter aproveitado um canto para, com coragem, marcar um penálti e expulsar mais alguém.


    Temo que o árbitro não quis ter argumentos para expulsar mais benfiquistas, Nuno Gomes foi paradigmático e só a bondade de Rui Moreira, a elogiar a sua fotogenia, se equipara à piedade cristã. O Sousa contemporizou mais do que o costume. Benquerença ainda mostra que sabe contar pelos dedos, um, dois, três, quatro, mas Jorge Sousa, que me lembre, permitiu tudo em seis ou sete cantos, nem os contei a todos, contra o Benfica.


    Uma vergonha, portanto, que passou impune.


    Se a coerência se mantiver nas nomeações para o ano, já que desta vez marcou o penálti não assinalado na época passada, talvez da próxima ele marque mais penáltis e expulse os prevaricadores. Deve ser esse o benefício da dúvida que os cronistas do regime lhe concederam.


    Coragem da lata que alude a honra e fair-play
    Pois coragem não teve o árbitro, ou esta feneceu-lhe quando marcou o penálti. Devem ter-lhe caído os tomates, fosse da presença do Cebola ou do nabo do Katsouranis e a penca espetada do Luisão.


    Repararam que os “satélites” benfiquistas em órbita nos media exaltaram a coragem, também aqui, do árbitro-assistente, por não se queixar do cachaço.


    Se o gajo levasse um murro nos cornos no Dragão era cobarde por não fazer perigar o jogo e conduzir, pelo justicialismo da Liga da Bosta, o FC Porto à despromoção.


    Como, entrando 6 metros no campo pelo cachaço amigável do diabo de Gaia, José Ramalho quis ser homem e cristão a poupar a instituição à despromoção, gabaram-lhe a coragem. Foi de homem, tanto até que Luís Filipe Vieira achou-se à altura de o felicitar também; sim, porque o labaredas da Luz, não foi ao árbitro ameaçá-lo de ter o primo do Veiga no aeroporto à espera de assapar-lhe…

    Foi um gesto de honra, até de fair-play, quiçá de humildade, magnânimo como o Alexandre Magno, do tipo que invade programas de televisão e descompõe uma comissária da PSP lisbonense armada em sabichona de como montar segurança naquele antro de criminosos. Os aduladores de serviço não pouparam nos adjectivos, do Seara ao Vasconcelos, sabendo quão importante era não ter mais bravatas fora de campo.

    Fora de campo, aliás, o Benfica era suposto não fazer jogo súcio. Disse-o, em Vila do Conde, um tipo de olhar esgazeado que, pelo semblante e a função de director de comunicação do clube fala-barato, mais parece um censor a quem os cronistas do regime devem prestar contas. O seu olhar penetrante, diria intimidatório, assegura-lhe o perfil para a missão, depois de assessorar Jorge Sampaio e ter a coragem de contar em livro como Figo confessou ao ex-presidente que o Veiga ameaçou atirar-se da janela de um hotel de Barcelona se o jogador rompesse a corda e não trocasse o Barça pelo Madrid, porque estava um milhão de contos em jogo. Estão a ver do que o homem é capaz, tanto o Veiga como o arcanjo Gabriel que aterrou no inferno…

    A propósito de um pneu queimado (falar de ofício é fácil) do autocarro do Benfica, em Gaia (porta de acesso ao inferno, pelo visto), antes de ir ao Rio Ave, esse tipo disse que era bom, doravante, que o futebol fosse jogado dentro do campo.


    Talvez tenha sido uma farpa ao Rui Costa que no Bessa (6 de Abril, foi 0-0) perseguiu Lucílio Baptista e esmurrou a porta do balneário do árbitro. Ainda o João Gabriel não descera à terra, então, e já o Rascord punha em respeito os seus jornalistas: quem denunciou o Rui Costa inssurecto, insultuoso e agressivo foi posto em causa e, na capa, lá vinha, como veio na 2ª feira, a mentira piedosa a desculpabilizar tudo. O Rui tinha ido felicitar o árbitro, ao desafio com o presidente da instituição que, precisamente pelas críticas nesse jogo, ainda está a cumprir uma suspensão de dois meses, coisa leve…
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    OBSERVADOR 09.09.2008

    Para abrir um parêntesis e lembrar, ainda, sempre com o jornal protagonista e um Boavista-Benfica (o do 3-0), o cabotino director do afundanço jornalístico que desculpabilizou os dois ou três benfiquistas expulsos pelo famigerado João “Pode ser o João” Ferreira, dizendo que a culpa é do ambiente que se forma à volta dos jogos e os jogadores não são culpados, são vítimas (sic, mas não riam).

    Daí a sua intervenção, de João Gabriel, esta semana a sacralizar o pedido de desculpas benfiquistas a Jorge Sousa. Algo de nobre, dizem aqueles que atacam adversários e árbitros no túnel para os intimidar com vista à próxima visita.

    Queriam taças de cristal como o Rui Silva faz agora um ano (Benfica-Naval, 15 de Setembro de 2007)? Não, levam cachaços para aprenderem e pedimos desculpas que fica bem.

    Como o empate custou 4000 euros, coisa barata num Benfica-Porto sob o signo do terror, é altura de voltar a discutir se o Beira-Mar-Porto valia ou não os 2500 euros que a Carolina disse ter contado… Eu sou de boas contas e à moda do Porto, percebe-se.

    Paixão percebeu os “cachaços” anteriores
    Por custo ainda mais baixo, Bruno Paixão favorece sempre o Sporting; não se sabe bem, porque os viscondes não se metem em negociatas. Nem venderam craque algum, para manterem a linha. Moutinho, esse, levou que contar por se aventurar a querer sair da toca. Bruno Paixão, em Braga, fez o favor costumeiro. Percebeu bem os “cachaços” anteriores.

    Não seria de bom tom ter três penáltis contra os calimeros em outros tantos jogos oficiais. Foi na Supertaça e na 1ª jornada da Liga. Ui que brado deu um penálti, inexistente de facto, quando o resultado estava em 3-0… Mais uma afronta noutro jogo seria demais e, depois do verniz estalado com risca ao meio, lá haveria luto de novo contra a arbitragem.

    Como se sabe, está pendente a ameaça de o Sporting abandonar a Direcção da Liga. Chamam-lhe espada de Dâmocles e milhares de anos depois ainda mete medo.

    Bruno Paixão fez mais um serviço a bem do futebol que torna competitivo, à custa de decisões arbitrais sempre impunes, a Liga da treta. Não viu uma falta de Postiga sobre Meyong. Penálti claro, até Jesus, do lugar etéreo onde ascendeu há 2008 anos viu e, descendo à terra, reclamou. Insensível apelo aos impenetráveis omniscientes do Rascord para os quais o Sporting voltou a não ser beneficiado, como em muitos jogos da época passada, e da anterior que quase lhe permitiu chegar ao título…

    Relembremos que, sendo o recordista de penáltis a favor (ver tabela na coluna da direita desta página de referência) e o que menos sofre com eles, o Sporting correria o risco de pulverizar… todos os recordes.

    Já passou cinco anos e quatro campeonatos completos sem um penálti contra, havia 34 jornadas em cada. Fantástico. Desde o último título, quando pagou a ignomínia de sofrer cinco penáltis apesar dos abundantes 17 que lhe sorriram, o Sporting só numa época, das últimas seis, teve mais de três penáltis contra. Mesmo assim, um ano farto, pois teve 8 a favor contra 4…

    Nas últimas seis épocas, o deve-haver foi assim para os leões, de então para cá: 9-2; 11-3; 6-3; 8-4; 4-2; 10-1.


    Era impossível melhor, como improvável seria sofrer um penálti por jogo, em três. Normal é ter 10 em 15 jogos caseiros, como na última época.

    Ainda houve esperança de uma mãozita do Tonel em Braga, de raspão, mas já na Supertaça em Leiria o Paixão mostrou como não se vê mão na bola. O Bento nem se importa, desde que lhe vá de feição.

    Quanto a Postiga, de novo a marcar desde o jejum de Dezembro quando deixou de contar para o totobola de Jesualdo, já percebe a diferença de jogar de azul ou verde.


    Frente ao Sporting, carregando Polga da forma desnecessária como fez a Meyong, Postiga viu Pedro Henriques marcar-lhe uma falta da qual Tello assinou a vitória leonina no Dragão, há dois anos. Agora pode fazer a mesma falta na sua área que o Bruno Paixão não marca. E o Rascord, que uma vez deu nota 3 (positiva) a este energúmeno da arbitragem no infame Campomaiorense-Porto de 19/2/2000, também não.
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