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Bússola

A Bússola nunca se engana, aponta sempre para o Norte.

Bússola

A Bússola nunca se engana, aponta sempre para o Norte.

EXPO 98 - Dez anos depois a estória dos paquetes continua por contar

 

 

 

Passam este ano 10 anos sobre aquela grande operação de promoção de Portugal no mundo, como rezava a publicidade oficial , mas que 10 anos depois só se consegue explicar como a grande mais valia que trouxe à capital do império.

 

Dez anos é muito tempo como cantava o Paulo de Carvalho e o que vemos hoje como grandes reflexos dessa operação em que o país investiu milhões de contos dos antigos são só vantagens para a nossa querida capital.

 

Dez anos depois Lisboa passou a ter um fluxo de turistas como nunca tinha tido antes da EXPO  e graças a ela conseguiu recuperar em tempo recorde e com custos impensáveis uma enorme zona degradada que é hoje uma das suas partes mais requisitadas e valorizadas para comprar habitação ou escritório.

 

Dez anos depois Lisboa tem hoje fama de ser uma das cidades da Europa que melhor combina tradição com modernidade numa operação relâmpago que resultou de um esforço nacional que se pode aplaudir , mas que ninguém nunca agradeceu.

 

Dez anos depois continua sem se perceber muito bem como acabou a estória dos paquetes que foram alugados para uns milhares de clientes que nunca por cá apareceram , nem se sabe muito bem o que aconteceu aos responsáveis pela graça. Muito menos se sabe onde páram os responsáveis pelos responsáveis dessa tramóia que lesou os cofres do Estado em milhões.

 

Por falar em obras e em dez anos o que é que seria se as intermináveis obras do túnel do Terreiro do Paço ( que são daquelas que continuam , mesmo depois de acabadas..)  em vez de serem à beira Tejo , fossem noutro qualquer terreiro deste nosso belo país à beira mar plantado ?

 

Exército de Salvação Nacional

 

Batalhão Bússola

 

Margem do Douro

 

Manuel Serrão

 

Rui Rio, o Porto e o País

Tenho várias dúvidas sobre a acção do dr. Rui Rio à frente da Câmara do Porto, mas não tantas como alguns que se comprazem a dizer que tudo o que faz é ma feito.

O discurso de ontem, comemorativo dos seis anos que leva na presidência da autarquia, tee algumas mensagens importanters. Uma delas foi o sublinhar dos 13.4 milhões de euros que o Governo tinha preparados para comprar os terrenos para o futuro Hospital de Todos os Santos na capital. É a única "largesse" financeira conhecida no Ministério da Saúde nos últimos tempos e passou despercebida a todos os comentadores.

Acrescento a essa nota, outra: os 45 milhões que, segundo Rio, estão previstos no Orçamento de Estado para a reabilitação da frente ribeirinha de Lisboa. Um tema, este da zona rineirinha, que, recorde-se, deu rande polémica na campanha eleitoral da capital. Até António Costa confessou que não sabia quais eram os planos que havia.

Por mim, escrevi em tempos não suspeitos que Costa só aceitou ir para a Câmara comum envelope seguro garantido pelo amigo Sócrates. Não me enganei, embora reconheça que não era preciso ser o Sherlock Holmes para ter essa intuição.

Mesmo com todos os erros que Rui Rio cometeu, nomeadamente em relação ao FC Porto em que foi infelicíssimo, apesar de tudo acho que no país não há muitos Rui Rios. Não tem medo de dizer as coisas, nem tem medo de ir para a frente com as suas ideias. Mesmo quando elas não são boas, claro.

 

Manuel Queiroz 

  

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